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23/01/2013

Dirigente causa polêmica na Colômbia ao chamar jogadores de "prostitutas"


O presidente do Itagüí, Fernando Salazar, provocou uma mobilização de repúdio do Governo colombiano nesta quarta-feira ao qualificar os jogadores como "prostitutas vestidas de uniforme de futebol".
Salazar, que hoje esclareceu que não se retratará da frase, criticou assim o meia Jhonny Ramírez, que aparentemente ignorou um contrato com o Boyacá Chicó que tinha até dezembro de 2013 para jogar no atual campeão colombiano, o Millonarios.
"Hoje os jogadores abusam das equipes e jogam no lixo o patrimônio de nossos filhos. Os jogadores de hoje são prostitutas vestidas de uniforme de futebol. Com absoluta tristeza digo disso, eles se vendem a quem pagar mais", declarou.
O vice-ministro de Trabalho, David Luna, repudiou as declarações do dirigente, lembrando que a Constituição colombiana protege a dignidade dos empregados e anunciou que abrirá uma investigação para estabelecer qual é a situação trabalhista entre os jogadores e os clubes.
"O jogador é proprietário de seu trabalho e tem a possibilidade de saber quais são as melhores condições para seu desempenho profissional", disse Luna a jornalistas.
O presidente da Associação Colombiana de Jogadores Profissionais (Acolfutpro), Carlos González Puche, rejeitou de forma enérgica as declarações de Salazar e o presidente do Millonarios, Felipe Gaitán, expressou que os jogadores, "antes de tudo, são pessoas".

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